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Paideia
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Paideia2014-02-19 19:08:122014-03-14 19:36:56Você sabe o que significa Paidéia?Sobre a Paideia
Sintonize a sua vontade de aprender a tocar um instrumento, cantar ou compor com uma escola que tem prazer de ensinar. Na Paideia, você encontra a liberdade e o estímulo adequado para atuar no seu tom e ritmo. Afinal, é o talento e a criatividade peculiar de um músico que enriquece as melodias. Nos diversos cursos livres que a Paideia oferece, teoria e prática se harmonizam em aulas de música erudita e popular, com um só refrão: a música faz parte da formação integral do ser humano, seja como objeto de estudo ou como ferramenta para a educação.
Nossa história
Fundada em 1991, a Paideia é uma escola cultural, ampla, que acredita na música como experiência e formação de visão de mundo. Na Paideia, o trabalho passa por curadoria: de repertório, de processos e de espaços de cuidado em cada etapa do aprendizado. Não é só tocar melhor, é se expressar melhor, se reconhecer na música e entender o que se está dizendo quando se toca.
Quando o processo é bem pensado, os resultados aparecem mais rápido, se aprofundam e permanecem. É o bem-feito para cada aluno construindo o todo, não um ensino genérico onde cada um vira só mais um.
As melhores alegrias e as maiores bobagens muitas vezes acontecem no lazer. A Paideia envolve seus alunos e familiares em um ambiente pensante, com pessoas interessadas e interessantes. Vamos ao teatro, a concertos e espetáculos, vemos filmes e conversamos sobre eles.
A harmonia, conceito musical que integra as diferenças, é a nossa tônica. E conexão é nosso mote: somos mais fortes e mais plenos quando nos encontramos.
Missão
Uma formação do ser como um todo, interdisciplinar onde o educador não está preocupado apenas em ensinar sua área de conhecimento, mas em formar um cidadão: quem ele será no futuro e como vai contribuir com o mundo.
A proposta da Paideia sempre foi essa: oferecer uma formação musical ampla, que começa com uma base sólida, erudita ou popular e depois permite ao aluno escolher seu caminho, ampliando suas possibilidades graças à formação geral. Acreditamos que a educação deve abrir possibilidades, e que a música pode ser um meio potente de autoconhecimento e expressão.
Educar vai além do domínio de uma técnica: é ajudar alguém a entender quem é e qual é seu lugar no mundo. À medida que nos conhecemos, conseguimos olhar para as diferenças com curiosidade e para as semelhanças com empatia criando comunhão e despertando o desejo de explorar.
Visão
Todo mundo tem aquele professor que revolucionou seu jeito de ver o mundo aquela aula que você não podia esperar pra ter. É assim que queremos nos comunicar.
A Paideia Escola de Música tem mais de 30 anos de conhecimento adquirido e compartilhado. Da Ana Laura, de 4 anos, que está descobrindo o mundo da música na musicalização infantil, ao João Guilherme, que estuda bateria há anos mesmo seguindo carreira fora da música, até o Seu Antônio, que aos 80 e poucos anos entendeu que a melhor hora pra começar a estudar música é agora.
Queremos ser esse professor que te entende e respeita suas opiniões e sentimentos. Que acolhe suas dúvidas, incentiva sua curiosidade e autenticidade e constrói seu conhecimento na música com equilíbrio entre conversas sérias e boas risadas.
Cursos
- Canto
- Violão
- Guitarra
- Baixo
- Bateria
- Piano e Teclado
- Saxofone
- Flauta transversal
- Cello
- Acordeon
- Musicalização Infantil
- Coro Adulto
- Coro Infantil
- LAB VOZ (aula de canto em grupo, formato jornada com módulos)
Nossos diferenciais
Experiência
Mais de 30 anos no mercado. Nosso conteúdo reflete um conhecimento adquirido ao longo de muitos anos.
Pluralidade
De idade, carreiras, interesses e gêneros musicais. Nosso público é extremamente vasto, e que bom! Entendemos que cultura e música têm espaço na vida de todos.
Conexão
Para cada mensagem que queremos passar, a primeira pergunta é “o que estamos informando e ensinando para o público” do conteúdo mais leve do dia a dia às reflexões mais profundas sobre o papel da música na formação do pensamento crítico.
Repertório
Defendemos que o conhecimento geral cria pessoas melhores e mais pensantes.
Depoimentos de quem faz parte da nossa história

Eu conheci a escola muitos anos atrás quando cheguei ao Brasil. A Paidéia estava organizando um concurso onde fui convidada a participar como júri. O concurso foi muito bem organizado e deu luz verde a muitos pianistas, inclusive meu aluno Pablo Nicolas Rossi ganhou o concurso e virou um grande concertista.
Gosto da Paidéia principalmente porque ela tem muitos interesses além da sala de aula, acho que incentiva muito os alunos e professores e tem escolas que não fazem isso. Propõe uma atividade muito dinâmica, saindo daquela casa pequena, ocupando e tomando um espaço maior na cidade. A maioria de seus projetos são aprovados pela Lei de Incentivo mostrando que realmente coisas estão acontecendo lá dentro.
Ano passado assisti a apresentação do projeto Schumann e achei muito bom para uma escola, mesmo professores alunos se apresentaram com muito entusiasmo e qualidade.
Eu tenho vários alunos que passaram pela Paidéia e fico feliz que a escola da chance para jovens professores.
Todos esses projetos que a Paidéia realiza, inclusive a ópera “O Beco” que eu também assisti, são muito bem organizados, feitos com muito amor e estão da parabéns!
A escola, diretora e professores de piano merecem muitos elogios e muitos parabéns.

Participei de um projeto da Escola de música Paideia que enfocava o compositor húngaro Béla Bartók e sua obra “Mikrokosmos”. Fiquei impressionado com a participação dos alunos e o engajamento da escola neste trabalho. A impressão que tenho é que escolas como a Paidéia seriam uma ajuda consistente no aprimoramento de nosso meio musical.

O prazer de ensinar dos professores e o envolvimento pleno da escola Paidéia nos projetos musicais são valiosos por demais e fazem um grande diferencial. O incentivo ao estudo de música respeitando as individualidades conduz inevitavelmente ao sucesso musical em todas as escalas. Muito do amor pela música, das nossas filhas, veio da escola Paidéia. Obrigada por ensinar a importância da música nas nossas vidas.

Há cerca de 8 anos, conheci a Paidéia. A princípio, trouxe meu filho mais velho, Pedro, para aprender guitarra (acho que é o sonho da maioria dos adolescentes com 14 anos), e ouvia seu progresso nas aulas do Elinton. Depois ele passou a fazer violão e nestes anos do aprendizado dele, eu ficava na escola escutando e conversando com todos que passavam por lá.
Depois de algum tempo, resolvi trazer meu filho mais novo, o João, para aprender bateria. Como João tem síndrome de Down, houve certo receio de não saber bem como fazer para ensiná-lo, mas a boa vontade e a calma do Toni e a determinação da Cris, trouxeram resultados espetaculares. Eu ficava na escola esperando os dois, conversando e conhecendo as aulas e os professores, pelos sons que chegavam à Secretaria e pala Sandra uma presença constante na escola.
Sempre gostei de cantar, na minha adolescência fui vocalista de uma banda, e com a vida corrida que a gente leva, eu acabei parando. Resolvi após anos de mãe de alunos da Paidéia, me tornar aluna, fiz uma aula experimental de canto e conheci o Sidney, com ele aprendi muito sobre voz, canto, música e amizade, e tenho certeza de que ampliei seus horizontes musicais. O Sidney passou também a dar aulas de canto para o João Felipe, e o resultado tem sido uma surpresa para nós. Apesar de toda a dificuldade, as conquistas tem vindo, aos poucos para muita gente, mas enormes para quem o conhece.
No ano passado resolvi realizar meu sonho de criança e aprender a tocar piano, e a Professora Lilian tem uma paciência e uma dedicação sem tamanho.
Neste tempo conheci vários professores Márcio, Taciana, Vera ….. e as vezes acho até que me tornei uma parte da escola.
Se valeu a pena? Claro que sim, e vale até hoje, pois além viver e conviver com a música e com músicos, descobri que fiz muitos amigos.”

Há quase doze anos resolvi voltar a cantar, incentivada por minha irmã Suzie Franco, que regia o coro na Paidéia. Foi uma decisão que completou minha vida. O ensaio com o Curitibôcas é um momento especial na semana, porque me traz sempre uma alegria renovadora. Nestes anos, o grupo mudou muito, dos integrantes à qualidade musical. Fizemos várias montagens, com repertórios diferentes e levamos essas montagens em viagens dento e fora do país. Posso dizer que foram ótimos momentos. A escola, por sua vez, nos proporciona sempre uma produção muito cuidadosa nas apresentações e um atendimento próximo e caloroso. Nos dois últimos anos, os próprios integrantes participaram da produção, o que nos ensinou sobre as dificuldades e as compensações dos bastidores. Meus filhos também estudaram na Paidéia e têm lembranças muito boas.

A Música na Vida do Deficiente Auditivo
A música é sentimento, é alma, é ir além do que se pode imaginar.
A música é arte, é alegria, é amor, é vida.
Mas a música é também objeto de estudo dos cientistas, que comprovam com suas pesquisas a contribuição para o desenvolvimento do lado direito do cérebro, propiciando assim melhores condições para a comunicação humana.
Nestas bases, é possível entender a grande importância da música para os indivíduos portadores da deficiência auditiva.
Em alguns países da Europa e da América do Norte a musicalidade faz parte, desde o primeiro momento do processo de habilitação da comunicação verbal, auxiliando na aquisição dos aspectos melódicos, entonacionais, fluência, enfim, nos elementos que embelezam a fala humana.
A música auxilia no aprimoramento do desenvolvimento das habilidades auditivas do deficiente auditiva e consequentemente em sua comunicação verbal.
Além da música interferir na comunicação, atua também no emocional e na relação social das pessoas com ou sem deficiência auditiva, possibilitando melhor qualidade de vida.
A música faz parte da alma independente de quanto se ouve.
Permita que a música seja escutada com o ouvido do seu coração.

Estudar música é um desafio, é como aprender um alfabeto novo. Tem o lado do raciocínio, da lógica, da matemática e concentração, e é claro o lado da percepção, da intuição, da criatividade… É um equilíbrio interessante.

Para mim, ensinar música sempre foi uma atividade conjunta ao aprender. Eu nunca teria trilhado o caminho que trilhei se não tivesse encontrado os alunos que encontrei. Cada aluno é uma lição completa do modo mais abrangente que possa haver: o aprendizado musical/instrumental é o resultado de uma interação mental e emocional com cada ser humano, com o qual me relacionei através da música, em que a expressão íntima e verdadeira de todas as qualidades que podem conduzir um ser humano à perfeição são plenamente reconhecidas e compartilhadas. Ensinar e aprender música é, para mim, desta forma, uma filosofia de vida através da qual conheço o mundo e compartilho a vida.

A música faz com que eu tenha mais serenidade, paz e contentamento no meu dia-a-dia.

A música entrou na minha vida quando eu tinha 10 anos. No início não fazia diferença, pois quem me colocou para estudar na Paidéia foi a minha mãe. Mas com o tempo, o violão e o canto foram fazendo parte da minha vida. Me ensinando coisas que eu nunca tinha percebido. Passei a observar em tudo o que eu fazia o que de música podia ter ali. Afinal, nós sempre nos pegamos cantando no chuveiro, com a família ou na Igreja. E mesmo que seja em lugares distintos, sempre a música desperta em nós um sentimento, uma sensação que nenhuma outra coisa, material ou humana, pode despertar. Saber tocar um instrumento é ter essa sensação viva em você todos os momentos. É saber que mesmo sozinho você tem um amigo e tem as lembranças que ele te traz. Para mim, a música é a minha segunda família. Estar tocando o meu violão ou cantando no coral é preencher um novo sentimento em mim. Eu saio da escola nervosa, com trabalhos, provas, amigos, e vou cantar. Este é o meu bem-estar, é o meu relaxamento. Este é o papel da música na minha vida: me alegrar, me lembrar, aumentar os meus sentimentos, relaxar, enfim, me completar.

A música não existe pelo nosso desejo, mas sim pela nossa necessidade de falar sem palavras, de chorar sem lágrimas, de ver a mesma realidade com outros olhos.
